
A proteção do imóvel de família busca preservar o direito à moradia e limitar a constrição do bem utilizado como residência. Em contratos empresariais, a discussão pode surgir quando um sócio morador oferece imóvel próprio como garantia.
A validade e o alcance da proteção dependem da modalidade de garantia, da participação dos envolvidos e dos fatos que cercam a contratação. Por isso, documentos, consentimentos e a finalidade do imóvel devem ser examinados em conjunto.
A orientação preventiva antes da assinatura do contrato ajuda a reduzir riscos para locador, empresa, sócios e família. Em caso de cobrança ou execução, a estratégia deve considerar a legislação e a jurisprudência aplicáveis ao caso concreto.